Era uma vez um mundo em que coisas como “sincronia labial” ainda eram desimportantes para o sucesso de um game. Na verdade, era o mesmo mundo em que hoje nós vivemos, mas antes dos valores terem sido invertidos. Ah, bem, deixa pra lá.
O caso é que nesse mundo foi criado um dos melhores jogos que um ser humano com um bom senso de humor pode querer jogar: Sam e Max - Hit The Road (LucasArts, 1993). Inteligente, desafiador e estratosfericamente engraçado, o game é — ao lado de clássicos absolutos como Full Throttle e Day of the Tentacle — um dos melhores representantes do moribundo gênero adventure.
Explicando genericamente, não há absolutamente nada demais no jogo. Você clica em um lugar e Sam vai andando até lá, com Max podendo segui-lo ou não. Você escolhe uma ação como “falar”, clica em um NPC e voilá, um diálogo se inicia. E assim por diante, com todas as outras ações disponíveis. Mas esse jogo não merece uma explicação genérica.
O caso é que nesse mundo foi criado um dos melhores jogos que um ser humano com um bom senso de humor pode querer jogar: Sam e Max - Hit The Road (LucasArts, 1993). Inteligente, desafiador e estratosfericamente engraçado, o game é — ao lado de clássicos absolutos como Full Throttle e Day of the Tentacle — um dos melhores representantes do moribundo gênero adventure.
Explicando genericamente, não há absolutamente nada demais no jogo. Você clica em um lugar e Sam vai andando até lá, com Max podendo segui-lo ou não. Você escolhe uma ação como “falar”, clica em um NPC e voilá, um diálogo se inicia. E assim por diante, com todas as outras ações disponíveis. Mas esse jogo não merece uma explicação genérica.



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